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O Ensino de línguas estrangeiras no Brasil ainda é visto pelo prisma da instrumentalização da aprendizagem da LE.  A língua francesa durante muito tempo ficou como sinônimo de língua de cultura e de distinção de classe social. Somente a classe dominante aprendia este idioma. As orientações das nos Pcns e OCEM é para que se ensine a LE não apenas com objetivos de aquisições de competências linguísticas, mas que os aprendentes possam desenvolver a noção de cidadania. Diferentemente dos cursos livres de idiomas, o ensino de LE nos cursos regulares (ensino médio e fundamental), os professores devem, por uma postura democrática, apresentar o maior número possível de culturas expressas pelo LE ensinada, proporcionando aos alunos o desenvolvimento do conceito de alteridade e salientado os aspectos pertinentes à sua própria cultura. Portanto, propomos neste projeto aos licenciandos uma Abordagem Francófona do ensino do FLE. Sabemos que o Francês é falado nos cinco continentes, mais de 77 países no mundo usam a língua francesa ou como língua oficial ou de expressão. O que é muito significativo do ponto de vista cultural. A Francofonia expressa culturas e identidades de povos diversos, podemos citar do francês, malgaxes, indochineses, magrebinos, belgas, etc. São muitos povos e etnias diferentes fazendo uso do Francês como língua de expressão de suas culturas. Destarte, os licenciandos poderão utilizar das TICES para criarem juntos com os professores supervisores um material digitalizado (“numérique”.) para as aulas e oficinas de FLE na escola. Isto vai exigir de parte deles a vontade de investigação: deverão pesquisar a forma mais adequada à realidade pedagógica, o que vai leva-los ao estudo crítico das metodologias e abordagens preconizadas no ensino da LE em especial ao FLE. O Brasil precisa e necessita formar professores competentes e conscientes de seu trabalho na área da LE. Com o crescimento econômico, apareceu com mais evidencia a fragilidade do ensino de LEs. Nos programas de Ciência sem fronteira, no aumento do turismo estrangeiro no Brasil, com os eventos de Copa do Mundo e Olímpiadas, constatou-se a necessidade de capacitar os estudantes e profissionais de áreas de diversas no que diz respeito aos conhecimentos específicos de seus estudos, e também de aprendizagem dos idiomas estrangeiros. Queremos que os licenciandos do PIBID saiam conscientes de seu papel político-pedagógico no exercício de sua docência. Capazes de generosamente, sem reduzir o ensino de LE ao pragmatismo, mas também não olvidar as necessidades reais dos indivíduos dentro de seu contexto cultural, ensinar o FLE com entusiasmo e competência, conscientes de sua eterna função de investigador da Educação Brasileira. Com a inserção dos licenciando-bolsistas no cotidiano escolar da escola pública, esperamos estabelecer um diálogo profícuo e eficaz sobre os saberes produzidos pela prática e os saberes acadêmicos produzidos pela pesquisa acadêmica.  Dentro dessa dinâmica esperemos que os licenciando se mobilizem, se assumam como sujeitos implicados na Educação Brasileira para exercício da Profissão docente.

 

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Coordenação

        Sérgio Luiz Baptista da Silva (mar/14 - atual)

              

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